Pela primeira vez no Brasil, Erich von Däniken e Giorgio Tsoukalos, “criador” e “criatura”da série Alienígenas do Passado, o maior sucesso do canal History, vêm ao Brasil para apresentar as evidências de que outras espécies do universo convivem conosco desde o surgimento da humanidade, e até que ajudaram a construir nossa civilização. As pirâmides do Egito e de tantas partes do mundo, as Linhas de Nazca, os moais da Ilha de Páscoa, Stonehenge, Machu Picchu e tantas outras obras inexplicáveis só poderiam ter sido construídas com a ajuda de ETs, como se verá no UFO Summit.

Está afirmação já é uma realidade até mesmo para o mundo acadêmico. Cientistas de inúmeras áreas, inclusive ligados à Agência Espacial Norte-Americana (NASA), à Agência Espacial Europeia (ESA) e à Organização das Nações Unidas (ONU), além de respeitáveis centros de pesquisas arqueológicas, também atestam que a civilização humana teve o apoio de forças externas para chegar onde chegou. Hoje, a Teoria dos Antigos Astronautas é discutida até mesmo em instituições de ensino rigorosas, como as Universidades de Oxford, na Inglaterra, e de Stanford, nos Estados Unidos.

 

 

Descoberto em 1911 e declarado patrimônio mundial da humanidade pela Unesco em 1983, o sítio arqueológico de Machu Picchu, a quase 3.000 metros de altitude, no Peru, é quase um destino de peregrinação na América do Sul e recebe até 2.500 visitantes por dia. Seu nome significa Velha Montanha e foi um dia considerado “a cidade sagrada abandonada pela civilização”, devido a seus habitantes, que se estima terem sido mais de 15.000, terem simplesmente desaparecido sem deixar rastros, após construírem no século XV uma cidade maravilhosa e complexa, sob as ordens de Pachacuti, o imperador da época. A “cidade perdida dos Incas”, como também é conhecida, é bem conservada. Mas o que mais intriga nela são suas inscrições rupestres e a maneira como foi edificada, com esgoto e água encanada. Quem teria ensinado seus construtores a fazê-los?

 

 

Localizadas no sul do Peru, entre os vales de Ingenho e Nazca, as misteriosas e milenares Linhas de Nazca são um dos enigmas mais antigos da humanidade e intrigam historiadores e geólogos do mundo inteiro. São cerca de 500 imagens cavadas no terreno pedregoso do deserto que representam animais, plantas, seres humanos etc, estendendo-se sobre uma chapada de 500 km2 e que só podem ser vistas do ar. Acredita-se que os milenares geoglifos tenham sido criados por uma cultura pré-incaica que viveu no sul do Peru por mais de 800 anos, até desaparecer em 600 d.C. Algumas das Linhas de Nazca chegam a ter perto de 300 metros e uma delas, a mais surpreendente e chamada de Astronauta, seria a representação de um ser extraterrestre, inclusive com capacete.

 

 

A Ilha de Páscoa é uma das mais isoladas do mundo. Ela fica na Polinésia Oriental, a cerca de 4.000 quilômetros da costa do Chile. Talvez por ser tão afastada ela seja ainda tão misteriosa, pois abriga 887 estátuas de pedra gigantes, chamadas Moais, que tornam o lugar ainda mais enigmático. Esses imensos blocos de pedra, todos de várias toneladas, apresentam figuras humanas de cabeça e tronco e têm em média 4 metros de altura acima do solo e quase o dobro disso abaixo. O esforço para construir estes monumentos e movê-los ao redor da ilha não seria possível aos primitivos moradores da ilha, o que sugere que receberam ajuda externa. A maioria dos estudiosos supõe que as estátuas foram criadas para homenagear antepassados, um ato nobre, mas mesmo assim impossível sem equipamentos avançados.

 

 

As pirâmides do Egito são antigas estruturas que se acredita terem sido construídas pela civilização egípcia há mais de 3.000 anos. Só não se explica como. Até recentemente existiam fontes citando cerca de 180 pirâmides egípcias identificadas. A história diz que a maioria delas foi construída como túmulos para os faraós e seus consortes durante os períodos do Antigo e do Médio Império. Suas dimensões são brutais. A de Quéops, em Gizé, por exemplo, é a maior pirâmide conhecida e sua altura chega a mais de 140 metros. Estima-se que foram usados mais de 2.300.000 blocos de pedra, cada um pesando em média duas toneladas e meia, sendo que os maiores pesavam até 15 toneladas. Todos cortados de forma tão precisa que não se consegue passar uma folha de papel entre eles. O peso total do monumento seria de quase 5 milhões de toneladas. Mas no antigo Egito não havia pedras, e ainda que houvesse, não haveria como cortá-las com precisão e nem como transportá-las até Gizé. E pior: não havia equipamentos para empilhá-las.

 

 

Tal como os Moais da Ilha da Páscoa e as pirâmides de todo o mundo, também o impressionante monumento megalítico de Stonehenge, localizado no condado inglês de Wiltshire, considerado um dos pontos energéticos mais potentes da Terra, carece de explicação quanto às pedras que o compõe, de muitas toneladas cada uma, que foram levadas até o local onde está e erguidas. Trata-se de um dos monumentos pré-históricos mais famosos do mundo e, apesar de ter sido construído há cerca de 5.000 anos, durante o Período Neolítico, até hoje a estrutura desperta a curiosidade e o fascínio de todos. Há inúmeros artefatos megalíticos pelo mundo afora que têm as mesmas características de peso e grandiosidade, e nenhuma tem explicação.